Em taça apresenta cor rubi profundo, denso, brilhante e com reflexos violáceos.
Nariz apresenta intenso frutado, com frutas vermelhas e negras, onde a groselha se sobressai. Após algum tempo em taça, surgem, também, madeira e especiarias, com pimenta negra mais evidente, além de discretos aromas de baunilha e pele de salame.
Medianamente encorpado, seus taninos estão vivos e redondos, porém mais macios do que se pode supor para um vinho tão jovem. Acidez marcante. Aromas de boca são marcados por notas vegetais. Fim de boca com mais madeira e frutado ao fundo. Persistência 20+.
Mais um bom vinho trazido pela Sociedade da Mesa, este português agrada. Não pela tipicidade, que eu não encontrei, mas por ser um vinho bem feito, próprio para o dia a dia e momentos descontraídos. É um daqueles vinhos feitos no "velho mundo", com cara de "novo mundo". É boa companhia para carnes, ensopados, por exemplo, queijos etc. Não creio, no entanto, que irá muito bem com molhos (brancos ou de tomate).